Meu Rio Grande não existe mais

O meu Rio Grande não existe mais:

De gente guerreira
De governo que servia o povo
De governantes que respeitavam o voto
De conservadores de boa cepa
De peões felizes nas estâncias
De patrões que jamais os abandonavam
De homens cuja palavra bastava

Agora temos:

Gente acovardada
Governo que se serve do povo
Governates levianos
Esquerdas oportunistas
Peões abandonados, mendigos na periferia de Porto Alegre
Patrões roubados por advogados inescrupulosos
Homens sem palavra

Resultado:

Um Estado pobre
Contraditório: orgulhoso de seu passado mas com desprezo por suas tradições
Uma nova Argentina

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