A guerra do 5G
Usando o pretexto de que a Huawey está ligada aos serviços de inteligência do Governo da China, os EUA move verdadeira guerra em várias frentes de batalha com seus aliados no Ocidente para não comprarem equipamentos chineses 5G e se tornarem vulneráveis.
Em maio de 2019, uma Ordem Executiva de D.Trump (DT) - baniu qualquer transação de companhias americanas com os chineses. Proibiu, por exemplo a Qualcomm de vender seus chipsets para a Huawey. Um tiro no pé: os chineses rapidamente introduziram seus chipsets. E proibiu o subsídio de ISPs, que fornecem conexão em áreas rurais, que utilizarem equipamentos chineses.
Acontece que a quase totalidade dos países ocidentais já compram equipamentos da Huawey e não vi nenhuma notícia de que os equipamentos em serviços são uma ameaça aos ocidentais. Caso contrário, já teriam sido tirados. Afinal, estamos falando dos melhores e mais caros serviços de inteligência do mundo.
O que os americanos descobriram é que cometeram um erro estratégico nos anos 90 quando levaram para a China suas fábricas de tecnologia. Esqueceram que a China foi no passado remoto o país mais avançado em tecnologia: pólvora, papel, bússola, etc. (https://www.brasileiraspelomundo.com/invencoes-chinesas-que-mudaram-o-mundo-371443281).
E, para um país com inteligência e recursos, não só foi fácil copiar a tecnologia dos ocidentais, como conseguiram fazer melhor.
E provocaram uma quebradeira geral nos grandes fabricantes ocidentais, sobrando somente Ericsson e Nokia. Nenhum americano. Restou a Qualcomm, fabricante de chipsets.
Acontece que os americanos descobriram que o 5G é a tecnologia do futuro (pelo menos é o que todos esperam) e que eles estão fora dessa briga tecnológica.
Agora, o Governo americano tenta juntar os cacos: o Senado está propondo uma lei que fornece um subsídio inicial de US$ 750 M para o desenvolvimento de equipamentos 5G. O Utilizing Strategic Allied Telecom Act está sendo proposto por um grupo de senadores de ambos os partidos, sendo o mais conhecido Mark Warner, um dos fundadores da Nextel.
Não tenho dúvidas sobre o engenho americano. Mas, na velocidade atual de desenvolvimento tecnológico, acho difícil o desenvolvimento de um produto americano em menos de 3 anos.
Quem viver, verá.
Em maio de 2019, uma Ordem Executiva de D.Trump (DT) - baniu qualquer transação de companhias americanas com os chineses. Proibiu, por exemplo a Qualcomm de vender seus chipsets para a Huawey. Um tiro no pé: os chineses rapidamente introduziram seus chipsets. E proibiu o subsídio de ISPs, que fornecem conexão em áreas rurais, que utilizarem equipamentos chineses.
Acontece que a quase totalidade dos países ocidentais já compram equipamentos da Huawey e não vi nenhuma notícia de que os equipamentos em serviços são uma ameaça aos ocidentais. Caso contrário, já teriam sido tirados. Afinal, estamos falando dos melhores e mais caros serviços de inteligência do mundo.
O que os americanos descobriram é que cometeram um erro estratégico nos anos 90 quando levaram para a China suas fábricas de tecnologia. Esqueceram que a China foi no passado remoto o país mais avançado em tecnologia: pólvora, papel, bússola, etc. (https://www.brasileiraspelomundo.com/invencoes-chinesas-que-mudaram-o-mundo-371443281).
E, para um país com inteligência e recursos, não só foi fácil copiar a tecnologia dos ocidentais, como conseguiram fazer melhor.
E provocaram uma quebradeira geral nos grandes fabricantes ocidentais, sobrando somente Ericsson e Nokia. Nenhum americano. Restou a Qualcomm, fabricante de chipsets.
Acontece que os americanos descobriram que o 5G é a tecnologia do futuro (pelo menos é o que todos esperam) e que eles estão fora dessa briga tecnológica.
Agora, o Governo americano tenta juntar os cacos: o Senado está propondo uma lei que fornece um subsídio inicial de US$ 750 M para o desenvolvimento de equipamentos 5G. O Utilizing Strategic Allied Telecom Act está sendo proposto por um grupo de senadores de ambos os partidos, sendo o mais conhecido Mark Warner, um dos fundadores da Nextel.
Não tenho dúvidas sobre o engenho americano. Mas, na velocidade atual de desenvolvimento tecnológico, acho difícil o desenvolvimento de um produto americano em menos de 3 anos.
Quem viver, verá.
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